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O Prominp (Plano Nacional de Qualificação Profissional), programa em parceria do Ministério de Minas e Energia e a Petrobrás, tem o objetivo de preparar recursos humanos para eventuais vagas no setor de petróleo e gás (em franca expansão) lançou edital com quase 21.000 vagas em cursos gratuitos de formação.

promimp
Foto de Nestor Galina

Os Estados que sediarão as turmas são Amazonas, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. As inscrições vão até o dia 19 de Dezembro. A prova está marcada para o dia 18 de Janeiro de 2009.

Os cursos oferecidos são para egressos do Ensino Fundamental (como pintor, caldeireiro e soldador,etc.) nível médio e técnico (projetista, supervisor de qualidade e apoio administrativo, cozinheiro, topógrafo e técnico em planejamento, entre outros) e superior (engenheiro, arquiteto, funções gerenciais, etc.).

Além disso, alunos que não possuem renda, podem ser beneficiados com bolsa auxílio durante o curso.

As inscrições serão recebidas pelo site www.cesgranrio.org.br, devendo o candidato pagar taxas de R$ 22 a R$ 56 (conforme o cargo escolhido). A prova está marcada para acontecer no dia 18 de Janeiro de 2009.

Leia o edital para maiores informações.

Você certamente já ouviu se perguntou como são feitas as plantas arquitetônicas de imóveis, projetos urbanísticos,além de design de produtos feito em três dimensões. Atualmente estes desenhos são feitos por programas chamados CAD’s , Computer Aided Design ou Desenho Assistido por Computador.

A atividade profissional do cadista consiste em elaborar desenhos de arquitetura e engenharia civil utilizando softwares específicos para desenho técnico, assim como podem executar plantas, desenhos e detalhamentos de instalações hidrossanitárias e elétricas e desenhos cartográficos, são feitos pelos comumente chamados de Cadistas.

Além da formação específica do software são exigidas competências que permitam interpretar projetos existentes, calcular e definir custos do desenho, analisar croquis e aplicar normas de saúde ocupacional e normas técnicas ligadas à construção civil, podendo atualizar o desenho de acordo com a legislação.

Para exercer a profissão de Cadista, comumente exige-se o Ensino Médio completo, além de uma profissionalização por meio de cursos livres ou escolas técnicas. Além desta formação Básica, já são oferecidos em forma de extensão universitária e até pós-graduação, para profissionais de Arquitetura, Urbaismo, Engenharia Civil, entre outros.

Os cadistas atuam principalmente no segmento da construção civil, em escritórios de engenharia e arquitetura. Podem atuar também no apoio a projetos paisagísticos e urbanistas. Podem também desenolver projetos 3D como móveis e outros produtos.

 Observamos atualmente um crescimento significativo por procura de serviços de embelezamento pessoal: cabelo, maquiagem, unhas, pele, enfim, toda forma de cuidado com a aparência. 

Além disso, esta área tem sido objeto de desenvolvimento tecnológico acelerado; constantemente são lançados produtos e serviços que, quando corretamente utilizados, fazem a diferença e lotam os salões. 

Mas cuidar da beleza alheia, e em especial dos cabelos, requer profissionais qualificados. 

O curso de Cabeleireiro propõe a ensinar os cuidados básicos para a saúde do cabelo, a fazer um diagnóstico capilar do cliente, além de técnicas de corte, escova, coloração e outros serviços que fazem parte do trabalho deste profissional. 

Mas observe que para ser um bom profissional do salão não precisa somente dominar as técnicas. Hoje os consumidores são cada vez mais exigentes e, no segmento da prestação de serviços, o processo de fidelização se dá ao final de cada atendimento, com o resultado satisfatório do trabalho. Atitudes e valores como ética, respeito, honestidade, um relacionamento harmonioso no ambiente de trabalho, bem como busca por aperfeiçoamento contínuo são fundamentais para o seu reconhecimento profissional. 

Ao concluir o curso, o profissional terá muitas opções: trabalhar num centro especializado, atender em sua própria casa ou salão, ou ainda fazer serviços em domicílio.  

Ao procurar uma escola que ofereça este curso, observe (sempre!) alguns cuidados tipo: informar-se sobre a proposta do curso, a capacitação docente, carga horária total, e tempo dedicado a atividades práticas.

O profissional Técnico em Segurança do Trabalho é um dos mais requisitados hoje em dia. O Brasil sempre teve altos índices de acidentes no trabalho. Registra-se meio milhão de acidentes de trabalho ou no trajeto por minuto. Dados do INSS demonstram que de 2005 a 2006 houve um aumento de 5,6% no total de acidentes, segundo o site  segurança no trabalho.

Há uma lei específica na área de Segurança, a NR 4, que exige a presença deste profissional em seu quadro funcional na maioria das empresas com com 100 ou mais funcionários.  O Técnico em Segurança do Trabalho atua na eliminação, controle e redução de acidentes de trabalho, orientando  empregador e empregados sobre riscos, atividades e ambientes perigosos ou que causam danos a saúde. Ele colabora com treinamentos, campanhas e outras atividades de sensibilização para a prevenção, como o uso adequado de equipamentos de proteção individual (capacete, botas, cintos de segurança etc).E

m caso de acidentes, deve investigar a causa, apontando o motivo e meios de prevenção.

Faz parte da Equipe de Segurança do Trabalho que, dependendo do  porte e atividade da empresa,  consta de Engenheiro de Segurança do Trabalho, Médico e Enfermeiro do Trabalho, Técnico ou Auxiliar de Enfermagem do trabalho, além do próprio Técnico em Segurança do Trabalho.

 O campo de atuação: segundo o areaseg o profissional de Segurança do Trabalho tem uma área de atuação bastante ampla. Ele atua em todas as esferas da sociedade onde houver trabalhadores. Em geral ele atua em fábricas de alimentos, construção civil, hospitais, empresas comerciais e industriais, grandes empresas estatais, mineradoras e de extração. Também pode atuar na área rural em empresas agro-industriais. Se você acha que gostaria de atuar com segurança do trabalho vale a pela fazer o curso de nível técnico.

 Estamos nos últimos capítulos da novela global e, embora não saibamos exatamente como ficará cada um dos personagens, uma coisa é certa: quem se deu bem mesmo foi o Heitor! 

Vamos aos fatos: o Heitor tinha um emprego medíocre e de vez em quanto fazia um jantar para a família. Aí deu a doida, saiu do emprego, foi contratado como estagiário num restaurante e de uma hora pra outra (tudo bem, com o empurrão do genro. Nepotismo tem até em novela), tham!! Vira chef  de cozinha! 

Mesmo oportunizando todas as licenças poéticas que uma novela permite não posso me furtar em esclarecer a verdade sobre essa profissão. 

Hoje em dia encontramos vários níveis de formação para o Cozinheiro. O Senac, tradicional na qualificação deste profissional, oferece deste o curso de Capacitação, de nível básico, até cursos de nível superior como o Tecnólogo em Alimentos e Bebidas ou o Chefe de Cozinha Internacional.  Independente da modalidade de ensino, certo é saber que não basta desenvolver receitas maravilhosas para se sentir um cozinheiro profissional, ou mais ainda um chef.

Estes cursos proporcionam condições para o desenvolvimento de competências importantes como segurança na manipulação de alimentos, habilidade com trabalho em equipe, organização no ambiente de trabalho e principalmente técnicas exigidas para o desenvolvimento do trabalho.  Embora nas novelas a profissão possa parecer bastante glamourosa, não podemos esquecer que a cozinha é um ambiente muitas vezes quente, onde se trabalha em pé e, dependendo do serviço do  restaurante, trabalha-se sobre demanda e pressão para que o atendimento seja o  mais rápido possível.

Como toda profissão, claro, existe aspectos bastante recompensadores, como o reconhecimento profissional e financeiro já alcançado por muitos chefes. Além disso, a indústria de eventos têm demandado empresas que prestam serviços em jantares e coquetéis, abrindo  novas oportunidades para  quem deseja atuar como autônomo.  

Navegando na Web podemos encontrar muitas propostas de Curso Técnico em Informática. Você poderá observar que as propostas são bastante diversas entre si, talvez menos entre os Centros de Educação Tecnológica Federais – CEFETs que possuem algumas similaridades em suas estruturas curriculares. Essa diversidade de projetos podem levantar uma suspeita de que não existe orientações, por parte dos órgãos de educação, para a criação e oferta de cursos técnicos.

Mas existem sim, e vou apresentar os mais gerais. Enfim, o que você precisa saber antes de escolher seu curso?

 -           Que a legislação exige que sejam no mínimo 1.000 horas. Esta carga horária mínima varia para cada área profissional. No caso da área de Informática, os cursos não podem ser oferecidos com menos que isso. Estar atento a este detalhe é importante, porque, como falei num outro post, evita que o estudante seja enganado por instituição que age com má-fé. 

-               Que o curso pode incluir mais de uma qualificação (generalista) ou ao contrário, optar por formar o especialista em uma área de atuação. O Técnico em Informática generalista é um profissional que pode ter mais de uma atuação ou função, como Operador de Microcomputador, Auxiliar de Manutenção ou Programador em alguma Linguagem de Programação. Isto é possível porque dentro do Curso há módulos específicos para cada uma destas ocupações. Ao contrário, o Técnico especialista tem a maior parte da carga horária do curso focada em uma sub-área. Podemos reconhecer pelo título do curso que geralmente se empresta: Técnico em Desenvolvimento de Sistemas, Técnico em Redes de Computadores, Técnico em Montagem e Manutenção de Equipamentos de Informática. É claro que cada uma destas formas de apresentação possui vantagens e desvantagens. Pense nisso. 

-                Que o estágio supervisionado é opcional para a Escola incluir ou não no seu plano de curso. Mas, uma vez fazendo parte da estrutura curricular, este passa a ser obrigatória para o aluno. Detalhe importante: independente de seu curso possuir ou não estágio curricular, você, estudante de uma Habilitação Técnica de Nível Médio, pode realizar estágio remunerado, dentro das exigências da legislação,  sendo intermediado por instituições como IEL e CIEE (que existem em todos os Estados) ou não. 

-                Que o curso deve ser aprovado no Conselho de Educação de seu Estado e constar no Cadastro Nacional dos Cursos Técnicos. O Ministério da Educação tem no seu site o Cadastro de todos os cursos técnicos aprovados. Este cadastro se torna importante pois o os planos são autorizados pelos Conselhos Estaduais de Educação mas seu reconhecimento deve ser em todo o território nacional.

Aviso aos navegantes

A intenção em manter este blog foi esclarecer educação profissional no Brasil. Não pretendemos encaminhar pessoas a empregos ou vagas para instituições de ensino. Sugestões de posts serão bem vindos! Obrigada!

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