Você provavelmente já ouviu falar na sua cidade da oferta de cursos, por meio das Secretarias de Trabalho, comumente chamados de “Cursos do FAT”. São programas de capacitação profissional realizados por instituições da área. Estes cursos estão incluídos em programas do Ministério do Trabalho, os Planos Territoriais de Qualificação (PLANTEQ) e se utilizam de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT)

Cabe esclarecer que se trata de ações de educação profissional na modalidade de Formação Inicial , mais chamados de cursos básicos, com média de 200 horas. São programas que incluem os setores da construção civil, moveleiro, alimentação, turismo, comércio, petroquímico, agricultura informática, etc.

Os públicos atendidos são pessoas desempregadas ou em via de perder o emprego, portadores de deficiência, mulheres chefes de família e jovens sem capacitação. Além do curso ser totalmente gratuito, são incluídos benefícios como alimentação e vale-transporte, quando necessário.Mas será que vale a pena cursá-los?

É claro que sim! Estes cursos são oferecidos com base em pesquisas locais, para levantar as ocupações que estão sendo mais procuradas, porém não preenchidas por falta de pessoas qualificadas. Ao final dos programas, há um compromisso institucional de encaminhamento dos concluintes para processos seletivos nas empresas, além de orientações para organização associativa dos alunos como, por exemplo, cooperativas.Para realizar um destes cursos, você deve estar inscrito no SINE de sua cidade, ter o perfil esperado para o público e observar os editais de chamadas para inscrições.