Estamos nos últimos capítulos da novela global e, embora não saibamos exatamente como ficará cada um dos personagens, uma coisa é certa: quem se deu bem mesmo foi o Heitor! 

Vamos aos fatos: o Heitor tinha um emprego medíocre e de vez em quanto fazia um jantar para a família. Aí deu a doida, saiu do emprego, foi contratado como estagiário num restaurante e de uma hora pra outra (tudo bem, com o empurrão do genro. Nepotismo tem até em novela), tham!! Vira chef  de cozinha! 

Mesmo oportunizando todas as licenças poéticas que uma novela permite não posso me furtar em esclarecer a verdade sobre essa profissão. 

Hoje em dia encontramos vários níveis de formação para o Cozinheiro. O Senac, tradicional na qualificação deste profissional, oferece deste o curso de Capacitação, de nível básico, até cursos de nível superior como o Tecnólogo em Alimentos e Bebidas ou o Chefe de Cozinha Internacional.  Independente da modalidade de ensino, certo é saber que não basta desenvolver receitas maravilhosas para se sentir um cozinheiro profissional, ou mais ainda um chef.

Estes cursos proporcionam condições para o desenvolvimento de competências importantes como segurança na manipulação de alimentos, habilidade com trabalho em equipe, organização no ambiente de trabalho e principalmente técnicas exigidas para o desenvolvimento do trabalho.  Embora nas novelas a profissão possa parecer bastante glamourosa, não podemos esquecer que a cozinha é um ambiente muitas vezes quente, onde se trabalha em pé e, dependendo do serviço do  restaurante, trabalha-se sobre demanda e pressão para que o atendimento seja o  mais rápido possível.

Como toda profissão, claro, existe aspectos bastante recompensadores, como o reconhecimento profissional e financeiro já alcançado por muitos chefes. Além disso, a indústria de eventos têm demandado empresas que prestam serviços em jantares e coquetéis, abrindo  novas oportunidades para  quem deseja atuar como autônomo.